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MAO TSE TUNG: Fundador da República Popular da China e do Partido Comunista Chinês. É o líder que encaminhou a China para o comunismo e desenvolveu ideias sobre a revolução e guerrilha que influenciaram marxistas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.
Xiaoping - Foi o líder chinês que entre 1976 a 1997 influenciou a abertura econômica da China, idealizador do chamado Socialismo de Mercado vigente no país.
Organização Mundial do Comércio (OMC): A OMC é uma organização internacional que trata das regras sobre o comércio entre os países. É considerada um símbolo da globalização porque apenas países com abertura econômica podem fazer amplas trocas comerciais.
Introdução
China, a próxima potência econômica
A China é o terceiro país do mundo em área, o mais populoso, com mais de 1 bilhão e trezentos milhões de habitantes e também uma das economias que mais crescem no mundo.
Embora tenha apresentado desaceleração nos últimos anos, a China cresceu em média mais de 7% ao ano na última década e hoje ostenta o segundo maior PIB (Produto Interno bruto, soma de todas as riquezas que um país produz) do mundo, só superado pelos Estados Unidos. Estas cifras apontam que a economia chinesa representa atualmente cerca de 15% da economia mundial.
Mas nem sempre foi assim. A República Popular da China foi proclamada em 1 de outubro de 1949, pelo líder comunista Mao Tse Tung após uma sangrenta guerra civil.
O Partido Comunista da China - PCC - governa o país por meio de um sistema de partido único desde a criação da República e com a morte de Mao, em 1976, ascendeu ao poder Deng Xiaoping, favorável à liberalização progressiva da economia, embora mantendo a estrutura de partido político único, ou seja, com restrições às liberdades democráticas.
Ao longo dos anos 80 e 90 do século XX, medidas como a descoletivização das terras, o encerramento das comunas populares, o incentivo à autonomia das províncias e a valorização de associação entre empresas chinesas e estrangeiras, com a criação, em 1990, das ZEEs - Zonas Econômicas Especiais -, nas quais empresas multinacionais podiam instalar seus parques industriais, aqueceram a economia, abriram as portas da China à economia capitalista, integrando-a definitivamente à rede de comércio mundial.
Em 2001, a China foi aceita na Organização Mundial do Comércio (OMC), a instituição que regula as atividades comerciais no mundo. Esse conjunto de medidas explica os números do PIB chinês que já vimos.
